Quando as dívidas são altas e o dinheiro é curto, a sensação mais comum é a de estar sempre correndo atrás do prejuízo — pagando um pouco aqui, atrasando ali e sem ver resultado. Nesse cenário, muita gente acredita que só dá para sair do vermelho quando a renda aumenta, mas isso não é verdade. Saber como pagar dívidas altas com pouco dinheiro passa muito mais por estratégia do que por valor disponível.
Ao longo deste conteúdo, você vai entender quais decisões realmente fazem diferença quando o orçamento está apertado, como priorizar dívidas, quando negociar, quando esperar e como evitar erros que só aumentam o problema. Vamos lá?
Você vai ver nesse conteúdo:
Toggle- O que fazer se estou com pouco dinheiro e devendo bastante?
- Como conseguir mais de 90% de desconto na dívida?
- Vale a pena fazer um empréstimo para sair das dívidas?
- Qual dívida pagar primeiro quando o dinheiro é curto?
- Quais dívidas costumam ter mais desconto?
- É melhor pagar a dívida pela Acerto ou pelo banco?
O que fazer se estou com pouco dinheiro e devendo bastante?
Quando as dívidas são altas e a renda não acompanha, o erro mais comum é tentar resolver tudo de uma vez. Nessa fase, o mais importante é parar a piora do problema, organizar prioridades e tomar decisões que aliviem a pressão no curto e no médio prazo.
1. Separe o que é dívida do que é gasto fixo
Muita gente mistura tudo e acaba tomando decisões erradas. Dívida é compromisso atrasado ou parcelado; gasto fixo é o que mantém sua vida funcionando hoje. Ter essa separação clara evita que você sacrifique despesas básicas tentando pagar valores que podem — e devem — ser negociados depois. Primeiro, garanta o funcionamento da sua rotina; depois, trate das pendências.
2. Entenda quais dívidas estão “te sangrando” mais rápido
Nem sempre a maior dívida é a mais perigosa. Algumas crescem rápido por causa de juros e encargos, enquanto outras ficam praticamente paradas. Identificar quais débitos aumentam mês a mês ajuda a direcionar melhor qualquer valor extra que apareça, evitando que o problema fique maior mesmo sem novas compras.
3. Pare de pagar “só para não atrasar”
Pagar o mínimo ou pequenas quantias apenas para adiar o problema pode dar alívio emocional, mas muitas vezes não reduz a dívida de verdade. Em alguns casos, é mais estratégico interromper pagamentos temporariamente para ganhar poder de negociação depois. Essa decisão precisa ser consciente, mas pode evitar que você perca dinheiro sem resolver o problema.
4. Crie uma reserva mínima de sobrevivência
Mesmo endividado, você precisa de um pequeno colchão financeiro — nem que seja para emergências básicas. Sem isso, qualquer imprevisto vira mais dívida. Não é uma reserva ideal, mas um valor mínimo que evite recorrer a crédito caro sempre que algo sair do planejado.
5. Use o dinheiro extra com intenção, não no impulso
13º, restituição, freelas ou vendas ocasionais costumam “sumir” rápido quando não há um plano. Definir antes qual será o destino desse dinheiro evita que ele seja diluído em gastos que não aliviam a dívida nem melhoram sua segurança financeira. Intenção aqui vale mais do que o valor em si.
6. Aceite que sair das dívidas é um processo
O maior erro é desistir porque o avanço parece lento. Quando o dinheiro é curto, o progresso é mesmo gradual. Ter clareza de que o caminho envolve etapas — organização, negociação, pagamento — ajuda a manter a constância e evita decisões desesperadas que atrasam ainda mais a recuperação.
Com pouco dinheiro, o foco não deve ser “quitar tudo rápido”, mas retomar o controle. Quando isso acontece, as decisões ficam mais racionais, as negociações melhoram e o caminho para sair das dívidas começa, de fato, a aparecer.
Como conseguir mais de 90% de desconto na dívida?
Conseguir descontos altos na dívida é possível, principalmente quando o débito já está em atraso há algum tempo. Nesses casos, muitas empresas preferem receber uma parte do valor do que continuar tentando cobrar o total, o que abre espaço para acordos com reduções bem expressivas.
Hoje, isso pode ser feito de forma simples por meio de sites de negociação, como a Acerto. Ao consultar o CPF gratuitamente, é possível ver quais dívidas estão disponíveis para acordo e quais descontos estão sendo oferecidos naquele momento — muitas vezes já com abatimentos de até 99%, sem ligações ou negociações desgastantes.
A forma de pagamento também pesa bastante no valor final da negociação. Pagamentos à vista costumam garantir os maiores descontos, já que o credor recebe o dinheiro de forma imediata. Mas, quando isso não é possível, escolher um parcelamento curto — com poucas parcelas — geralmente reduz bem mais a dívida do que dividir em prazos longos. Quanto menor o tempo e o risco para quem está cobrando, maior tende a ser o desconto.
Outro ponto importante é o momento da negociação. As ofertas podem mudar ao longo do tempo, especialmente em feirões, campanhas específicas ou no início e fim do mês. Por isso, consultar o CPF mais de uma vez pode ajudar a encontrar condições melhores para a mesma dívida.
Em resumo, para aumentar as chances de conseguir um desconto alto, vale:
- dar preferência ao pagamento à vista ou em poucas parcelas;
- usar canais digitais de negociação;
- acompanhar as ofertas disponíveis antes de fechar o acordo.
Vale a pena fazer um empréstimo para sair das dívidas?
Em alguns casos, sim. A lógica por trás dessa escolha étrocar várias dívidas caras e desorganizadas por uma só, com juros menores e parcelas que caibam no bolso. O problema é que, se essa conta não fechar, o empréstimo vira apenas mais uma dívida para a lista.
Esse tipo de estratégia costuma fazer mais sentido quando a pessoa tem dívidas com juros muito altos, como cartão de crédito e cheque especial. Nesses casos, um empréstimo com taxa menor pode reduzir o valor total pago ao longo do tempo e trazer mais previsibilidade para o orçamento. Além disso, concentrar tudo em uma única parcela mensal ajuda a organizar a vida financeira e diminui o risco de novos atrasos.
Por outro lado, é importante ter atenção a alguns pontos antes de contratar qualquer crédito. Empréstimos para quem está negativado, por exemplo, costumam ter juros mais altos, o que pode anular qualquer benefício.
Também é essencial verificar se a parcela realmente cabe no orçamento sem comprometer gastos básicos, como moradia, alimentação e transporte. Se o pagamento do empréstimo já nasce apertado, o risco de inadimplência volta rapidamente.
Qual dívida pagar primeiro quando o dinheiro é curto?
O mais inteligente é definir prioridades, entendendo quais dívidas causam mais impacto no dia a dia e quais crescem mais rápido com o tempo. Isso evita que o problema se agrave e ajuda a usar melhor cada real disponível.
Em geral, as primeiras dívidas a entrar na lista de prioridade são aquelas ligadas a serviços essenciais, como aluguel, água, luz e gás. Atrasos nesse tipo de conta podem gerar cortes, multas ou até a perda da moradia, o que traz consequências imediatas e difíceis de reverter. Manter esses pagamentos em dia — ou negociar rapidamente — costuma ser o passo mais importante para estabilizar a situação financeira.
Depois, vale olhar com atenção para as dívidas com juros mais altos, como cartão de crédito, cheque especial e empréstimos pessoais caros. Mesmo quando o valor original não parece tão alto, os juros fazem a dívida crescer rápido, virando uma bola de neve. Sempre que possível, negociar esses débitos com desconto ou condições melhores pode aliviar bastante o orçamento no médio prazo.
Já as dívidas negativadas há mais tempo, como empréstimos antigos ou contas atrasadas que já foram para cobrança, muitas vezes podem esperar um pouco mais. Isso porque costumam oferecer descontos maiores em negociações, especialmente quando o pagamento é à vista ou em poucas parcelas. Nesses casos, juntar um valor menor para quitar uma dívida com bom desconto pode ser mais vantajoso do que pagar várias parcelas pequenas sem reduzir o problema de verdade.
Uma forma prática de organizar essa decisão é:
- garantir primeiro as despesas essenciais;
- mapear quais dívidas têm os juros mais altos;
- avaliar quais oferecem melhores condições de negociação;
- focar em quitar uma dívida por vez, em vez de pulverizar o dinheiro.
Quais dívidas costumam ter mais desconto?
Nem todas as dívidas são iguais quando o assunto é negociação. Algumas têm bem mais chance de desconto do que outras, principalmente quando o credor já entende que receber o valor integral é pouco provável. Saber identificar esse tipo de dívida ajuda a direcionar melhor o pouco dinheiro disponível e aumenta as chances de fechar um acordo realmente vantajoso.
De modo geral, as dívidas mais antigas costumam oferecer os maiores descontos. Quanto mais tempo passa sem pagamento, maior é o custo de cobrança para a empresa e menor a expectativa de receber o valor total. Por isso, não é raro encontrar abatimentos altos em dívidas que já estão negativadas há meses ou anos, especialmente quando o pagamento é feito à vista ou em poucas parcelas.
Também entram nessa lista as dívidas de cartão de crédito, empréstimos pessoais e financiamentos não garantidos. Esses produtos costumam ter juros elevados e alto índice de inadimplência, o que faz com que bancos e financeiras estejam mais abertos à negociação. Nesses casos, o desconto costuma incidir tanto sobre os juros quanto sobre multas e encargos acumulados ao longo do tempo.
Por outro lado, algumas dívidas costumam ter menos margem para desconto, como contas muito recentes ou débitos vinculados a garantias, como financiamento de imóvel ou veículo. Nessas situações, a empresa ainda tem expectativa de receber o valor original ou possui um bem como respaldo, o que reduz a necessidade de oferecer grandes abatimentos.
Então, costumam ter mais desconto:
- dívidas negativadas há mais tempo;
- débitos de cartão de crédito e empréstimos pessoais;
- contas que já passaram por várias tentativas de cobrança;
- acordos com pagamento à vista ou parcelamento curto.
É melhor pagar a dívida pela Acerto ou pelo banco?
Na prática, negociar uma dívida por plataformas digitais costuma ser mais vantajoso do que tratar diretamente com o banco ou empresa credora — e esse é um dos principais motivos pelos quais é melhor usar a Acerto. Enquanto os canais tradicionais geralmente exigem ligações, longas esperas e propostas pouco flexíveis, a negociação online tende a ser mais simples, rápida e transparente.
Pela Acerto, todo o processo acontece 100% online, desde a consulta do CPF até o fechamento do acordo. Em poucos minutos, é possível visualizar as dívidas disponíveis, comparar ofertas e escolher a condição que melhor cabe no orçamento. Além disso, os descontos costumam ser altos, justamente porque a plataforma reúne propostas que já foram pensadas para facilitar o pagamento — inclusive com opções à vista e parcelamentos curtos ou mais alongados, dependendo do caso.
Outro ponto que pesa bastante é a autonomia. Ao negociar pela Acerto, você decide quando acessar, analisa as condições com calma e não precisa lidar com pressão de atendentes ou chamadas insistentes. Isso torna a experiência menos estressante e mais segura, especialmente para quem já está desconfortável com a situação da dívida.
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